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Cirurgias de amígdalas e adenoide têm alta nas férias, mas momento ideal depende da criança

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    Da Redação
  • há 3 dias
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Especialista do Einstein em Goiânia explica quando o procedimento pode esperar e quais sintomas exigem tratamento sem adiamento

Créditos: Einstein Goiânia
Créditos: Einstein Goiânia

As férias escolares costumam ser o período escolhido por muitas famílias para realizar cirurgias eletivas em crianças e adolescentes, especialmente procedimentos de otorrinolaringologia, como retirada das amígdalas e da adenoide e colocação de tubos de ventilação no ouvido. A principal vantagem é permitir a recuperação sem prejuízo às atividades escolares. No entanto, especialistas alertam que a espera pelo período de folga deve ser avaliada, pois, em alguns casos, o adiamento do procedimento pode prolongar sintomas que afetam diretamente a qualidade de vida e o desenvolvimento infantil.


A coordenadora da Pediatria do Einstein em Goiânia, Quíssila Batista, afirma que o pediatra é, na maioria das vezes, o primeiro profissional a acompanhar a criança de forma contínua desde o nascimento. Durante as consultas de rotina, ele avalia não apenas o crescimento e o desenvolvimento, mas também identifica sinais precoces de doenças que acometem ouvido, nariz e garganta, como infecções de repetição, aumento das amígdalas e adenoides, rinite, sinusite, alterações respiratórias, dificuldades auditivas e distúrbios da fala.


A médica ressalta que as doenças otorrinolaringológicas podem impactar diversas áreas do desenvolvimento infantil. Por isso, a identificação precoce e o encaminhamento para o tratamento adequado são fundamentais para garantir um desenvolvimento saudável e prevenir impactos que podem acompanhar a criança por muitos anos.


De acordo com a otorrinolaringologista do Einstein em Goiânia, Melissa Avelino, a definição do momento ideal para a realização de cirurgias de retirada de amígdalas e da adenoide ou colocação de tubos de ventilação no ouvido deve ser baseada na avaliação médica e na repercussão de sintomas como ronco frequente, sono agitado, pausas respiratórias durante a noite, infecções de repetição e dificuldades auditivas. “O objetivo é evitar que a criança conviva por meses com alterações que comprometem o sono, a audição, o rendimento escolar e a qualidade de vida”, pontua.


Antes da cirurgia, o principal cuidado é garantir que a criança esteja sem infecções agudas, como otites, sinusites ou doenças respiratórias, reduzindo os riscos do procedimento. “A recuperação costuma ser rápida: em cerca de uma semana, a maioria dos pacientes já pode retornar às aulas, embora algumas restrições, como atividades aquáticas, possam permanecer por até duas semanas, dependendo do tipo de cirurgia realizada”, ressalta a especialista.


Acolhimento


No Einstein em Goiânia, o atendimento pediátrico é pensado para oferecer segurança clínica e uma experiência mais acolhedora para crianças e familiares. Além de contar com um centro cirúrgico equipado com tecnologia de ponta e Pronto Atendimento Pediátrico 24 horas, o hospital adota iniciativas de humanização para reduzir a ansiedade antes da cirurgia.


O hospital dispõe, por exemplo, de recursos lúdicos no trajeto até o centro cirúrgico. Dependendo da idade, a criança pode seguir até o local em um carrinho ou em uma barraca, com capa de super-herói, passaporte infantil e óculos de realidade virtual durante a preparação. Além disso, a presença da família é incentivada. Um dos responsáveis acompanha a criança até o centro cirúrgico e permanece ao seu lado durante a indução da anestesia, oferecendo segurança, carinho e tranquilidade até que ela adormeça.

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