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Vale-alimentação e vale-refeição são prioridade para 66% dos trabalhadores ouvidos em Goiás

8 de out.
2 min de leitura

Levantamento da Vólus com 2.119 trabalhadores mostra que 52% estão sem reajuste há 12 meses e metade considera o saldo insuficiente para as compras do mês

Vale-alimentação e vale-refeição são prioridade para 66% dos trabalhadores ouvidos em Goiás
Créditos: Imagem ilustrativa/Canva
Resuminho para quem tem pressa: Pesquisa da Vólus com 2.119 trabalhadores em Goiás mostra que 66% valorizam ou gostariam de ter vale-alimentação ou refeição. Porém, 50% dizem que o saldo não dura até o fim do mês e 52% não tiveram reajuste no último ano. Além da alimentação, auxílio-combustível, plano de saúde e premiação por desempenho aparecem entre os benefícios mais desejados.

O vale-alimentação e refeição aparece no topo das prioridades entre os trabalhadores ouvidos pela Vólus em Goiás. Realizado em julho de 2026, o levantamento com 2.119 respondentes mostra que 66% valorizam ou gostariam de ter VA/VR. O resultado indica a importância dos auxílios ligados à alimentação na organização das despesas básicas das famílias.

Essa importância convive com uma percepção de perda de poder de compra. Entre os entrevistados, 50% afirmam que o saldo do VA ou VR não atende às necessidades até o fim do mês. Além disso, 52% dizem que não houve reajuste nos últimos 12 meses devido ao aumento dos preços, o que evidencia uma diferença entre a relevância atribuída ao recurso e sua capacidade de acompanhar as despesas do dia a dia.

Para Gerlos Lima, gerente regional da Vólus em Goiás, os dados mostram que a alimentação precisa ser observada a partir da rotina financeira do trabalhador. “O vale-alimentação e o vale-refeição continuam entre os benefícios mais importantes porque estão ligados a uma necessidade diária. Quando metade dos usuários informa que o saldo não chega até o fim do mês, a empresa tem um indicativo importante para avaliar o valor, o perfil de consumo e a composição do pacote oferecido”, pontua.

Os resultados também mostram que, além da alimentação, outras necessidades aparecem entre os trabalhadores goianos. Quando questionados sobre benefícios que ainda não possuem e gostariam de ter, 32% citaram o auxílio-combustível, seguido por plano de saúde e premiação por desempenho, ambos com 24%. Os dados apontam para demandas relacionadas à mobilidade, saúde e reconhecimento profissional.

Na avaliação de Gerlos, compreender essas diferentes demandas pode ajudar as empresas a construir políticas de benefícios mais alinhadas ao perfil das equipes. “Não existe uma única solução que atenda da mesma forma todos os colaboradores. Alimentação continua sendo prioridade, mas outras necessidades também fazem parte da rotina do trabalhador. Quando a empresa conhece melhor esse perfil, consegue estruturar benefícios mais próximos da realidade das pessoas e mais eficientes para a própria gestão”, destaca.

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